Raiz das Patologias
A inflamação de baixo grau e a neuroinflamação são reconhecidas como os principais motores de diversas doenças crônicas.
Microbiota intestinal e naturopatia clínica
Ofereço uma abordagem terapêutica de vanguarda, focada na modulação da saúde sistêmica. O meu trabalho baseia-se em premissas sustentadas pela evidência científica atual.
A inflamação de baixo grau e a neuroinflamação são reconhecidas como os principais motores de diversas doenças crônicas.
Atuo na correção dos desequilíbrios da microbiota, fator frequentemente determinante na perpetuação desses estados inflamatórios.
Através da modulação personalizada, ofereço o suporte necessário para que seu organismo retome o equilíbrio e supere desafios de saúde crônicos.
Sobre mim
Minha trajetória profissional é dedicada a oferecer apoio em desordens complexos, onde as abordagens convencionais frequentemente encontram limitações.
Ao longo dos anos, integrei a nutrição funcional e o aconselhamento en homeopatia e fitoterapia como pilares para apoio no manejo de alergias, intolerâncias alimentares, fadiga crônica, fibromialgia, ansiedade, manifestações cutâneas e depressão.
Observando que muitas pessoas alcançavam melhora significativa, mas não atingiam o bem-estar pleno, busquei aprofundamento acadêmico através de um Mestrado em Microbiota Intestinal.
Atualmente, minha atuação é direcionada ao reequilíbrio da microbiota intestinal e à modulação da inflamação sistêmica de baixo grau, reconhecidas como fatores determinantes na fisiopatologia de diversas doenças crônicas. Para isso, utilizo uma abordagem baseada em moduladores naturais e na epigenética nutricional (nutrigenômica), visando influenciar a expressão gênica por meio de estímulos nutricionais e bioativos, favorecendo a restauração da homeostase, da função imunometabólica e da saúde sistêmica.
Combino expertise clínica prévia com técnicas avançadas de modulação da microbiota baseadas em evidências científicas
Uno dieta anti-inflamatória/personalizada e moduladores naturais para favorecer a homeostase gastrointestinal e sistêmica.
Suporte especializado em patologias diagnosticadas pelo seu medico como depressão refratária, fadiga crônica, fibromialgia, ansiedade crônica, TDAH e transtornos gastrointestinais.
Escuela de Salud Integrativa (ESI) · Madrid, Espanha
Escuela de Estudios en Medicinas Alternativas y Complementarias · México
Universidad Holística · México
Escuela Latinoamericana de Educación en Salud Integrativa
Escuela Latinoamericana de Educación en Salud Integrativa
Centro Integral de Terapias Alternativas Tonaltlalli S.C.
Universidad Holística · México
Universidad Liberoamericana de Ciencias y Desarrollo Humano S.C.
Escuela Latinoamericana de Educación en Salud Integrativa · México
Instituto Vitalis · Guadalajara, México
Colegio Jalisciense de Homeopatía e Investigación de la Homotoxicología
Rubio Pharma · México
Formação continuada entre 2016 e 2025, com estudos realizados no México e na Espanha.
Áreas de atuação
Metodologia terapêutica
Protocolos personalizados para investigar causas, modular inflamação sistêmica e apoiar a homeostase intestinal.
Uma investigação profunda sobre o seu histórico, sinais e sintomas, buscando identificar a causa raiz do desequilíbrio.
Planos nutricionais estratégicos, desenhados para modular inflamação sistêmica.
Aconselhamento de suplementos naturais como ferramentas para saúde hepática, digestiva e mental.
Protocolos personalizados focados na saúde intestinal e no eixo intestino-cérebro, visando a restauração da homeostase e o resgate da qualidade de vida sempre apoiados em evidências científicas.
Conexão sistêmica
A ciência moderna consolidou o conceito de Eixo Intestino-Cérebro, uma via de comunicação bidirecional de extrema complexidade.
A microbiota não atua apenas na digestão; ela desempenha papel fundamental na modulação imunitária, metabólica e neuroquímica do organismo.
Equilíbrio da microbiota
No cólon, o equilíbrio entre estes grupos bacterianos contribui na modulação da saúde sistêmica.
Responsável pela fermentação de fibras e pela síntese de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC).
Em baixa proporção, participa do treinamento imunitário. Em sobrecrescimento, passa a atuar como patógeno facultativo.
Do intestino à neuroinflamação
O excesso de LPS, uma endotoxina potente, pode comprometer a barreira intestinal e favorecer um ciclo de inflamação sistêmica.
Bactérias predominantemente Gram-negativas liberam LPS em excesso.
Os LPS (lipopolissacarídeos) comprometem a barreira intestinal e favorecem a translocação de patógenos, gerando inflamação local e sistêmica
A inflamação alcança a via de comunicação direta com o sistema nervoso central.
A permeabilidade intestinal se associa ao aumento da permeabilidade hematoencefálica.
Impacto no sistema nervoso central
Em estado de neuroinflamação, as células de defesa do cérebro tornam-se hiperativas, comprometendo a comunicação sináptica e a eficiência dos neurotransmissores.
A inflamação sistêmica desvia o metabolismo do triptofano para a via da quinurenina, reduzindo a disponibilidade para produção de serotonina.
A inflamação causada pela disbiose pode afetar os sensores do nervo vago e alterar a motilidade intestinal, criando um ciclo de retroalimentação que perpetua a disbiose e a inflamação
Destaque: Uma meta-análise robusta que analisa as alterações nos níveis dos metabólitos da via da quinurenina, como ácido quinurênico e quinurenina, em pacientes com depressão comparados a controles, correlacionando-os com disfunções glutamatérgicas e neuroinflamação.
DOI: 10.1016/j.neubiorev.2018.03.023Destaque: Examina como a ativação da via da quinurenina atua como o mecanismo pelo qual a inflamação induz sintomas depressivos, interferindo na biodisponibilidade do triptofano central.
DOI: 10.1016/j.neubiorev.2018.05.031Destaque: Um estudo clássico e seminal que demonstrou que a administração de LPS induz comportamentos depressivos, avaliados por testes como nado forçado e suspensão pela cauda, de forma dependente da ativação da enzima indoleamina 2,3-dioxigenase (IDO) e do desvio do triptofano para a via da quinurenina. O bloqueio da IDO reverteu o quadro.
DOI: 10.1038/sj.mp.4002148Destaque: Uma ampla avaliação sistemática e meta-análise de estudos que utilizaram LPS para modelar a depressão induzida por inflamação. O artigo discute nuances metodológicas, cepas animais e como a endotoxina desregula marcadores inflamatórios sistêmicos que afetam diretamente o sistema nervoso central.
DOI: 10.3389/fimmu.2023.1181973Destaque: Um estudo experimental em humanos que utilizou a administração controlada de endotoxina (LPS) para avaliar o humor. O desafio com LPS aumentou agudamente o humor deprimido em paralelo às alterações plasmáticas de quinurenina e ácido quinolínico, validando o modelo translacional em humanos.
DOI: 10.1016/j.psyneuen.2019.104371Destaque: Uma revisão detalhada de como as alterações químicas no cérebro induzidas pelo LPS afetam os níveis de serotonina, dopamina e norepinefrina, analisando a sinalização do TLR4 na microglia e o impacto direto nas vias de recompensa e humor.
DOI: 10.1021/acschemneuro.4c00591Destaque: Investiga como o LPS afeta a plasticidade sináptica e os receptores AMPA/glutamato no córtex pré-frontal e na área tegmentar ventral, ligando a inflamação por endotoxinas a falhas na plasticidade neural associadas à depressão.
DOI: 10.1093/ijnp/pyu005A epigenética estuda como os fatores ambientais e o estilo de vida podem alterar a expressão dos nossos genes (ligando-os ou desligando-os) sem modificar a sequência original do DNA. Na prática clínica e integrativa, isso representa uma verdadeira mudança de paradigma: você deixa de ser refém da genética herdada e passa a ter controle ativo sobre a sua biologia.
Modulação Nutricional (Nutrigenômica): Alimentos e compostos bioativos atuam como sinais moleculares. Nutrientes específicos fornecem grupos químicos (como o metil) que regulam a expressão gênica, combatendo a inflamação sistêmica e otimizando o metabolismo.
Saúde Intestinal e o Butirato: Metabólitos produzidos pelas bactérias intestinais — especialmente os Ácidos Graxos de Cadeia Curta (AGCC) como o butirato — atuam inibindo as enzimas HDAC, mantendo a cromatina aberta para a transcrição de genes protetores e modulando o eixo intestino-cérebro.
Estilo de Vida e Reversibilidade: Estresse crônico, privação de sono e sedentarismo geram marcas epigenéticas desfavoráveis. A excelente notícia é que as marcas epigenéticas são reversíveis: hábitos saudáveis reconfiguram o terreno biológico, promovendo resiliência e longevidade celular.
Transtornos mentais não são apenas desequilíbrios químicos isolados ou destinos genéticos irrevogáveis, mas sim respostas epigenéticas desadaptativas a estressores crônicos, inflamação e disfunções metabólicas.
O Eixo Intestino-Cérebro e o BDNF: O butirato produzido pela microbiota facilita a expressão do gene BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro), essencial para a sobrevivência neuronal e regulação do humor. Por outro lado, a disbiose e o leaky gut geram inflamação sistêmica que altera epigeneticamente as células de defesa do cérebro (micróglia), perpetuando quadros de ansiedade e depressão.
Metilação e Neurotransmissores: O ciclo de metilação é o motor que regula genes ligados à síntese de serotonina, dopamina e noradrenalina. Cofatores como Metilfolato, Vitamina B12 (Metilcobalamina), Betaína e Colina são fundamentais. Além disso, o estresse crônico hiperativa o eixo HPA, gerando marcas duradouras (como a hipermetilação do gene NR3C1), o que enfraquece a resposta do cérebro ao estresse.
O Estilo de Vida como Medicamento Epigenético: Intervenções direcionadas — como atividade física (que aumenta o BDNF e induz demetilação benéfica), uso de nutracêuticos (curcumina, resveratrol, ômega-3) e modulação rigorosa do sono — funcionam como ferramentas terapêuticas potentes para reverter quadros psiquiátricos e inflamatórios.
Com uma prática 100% online, realizo atendimentos em vários países nos seguintes idiomas:
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